Inteligencia emocional y calidad del servicio de enfermería
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.21385833Palavras-chave:
inteligência emocional, equipa de enfermagem, qualidade dos cuidadosResumo
Este estudo de viabilidade teve como objetivo desenvolver um programa de formação em inteligência emocional (IE) para a equipa de enfermagem do Centro Clínico Valentina Canabal (Barquisimeto, Venezuela) visando o fortalecimento da qualidade do serviço. A investigação baseou-se num paradigma positivista, com uma abordagem quantitativa, nível descritivo e desenho de campo. A metodologia empregou uma amostragem mista para uma população de 96 profissionais de enfermagem e 100 doentes, resultando numa amostra de 30 sujeitos por grupo. A amostragem probabilística sistemática foi utilizada para a equipa de enfermagem e a amostragem por conveniência não probabilística para os doentes. A recolha de dados foi realizada através de dois questionários do tipo Likert. Os resultados mostraram níveis favoráveis de IE entre os profissionais: mais de 75% reconheceram as suas emoções, entre 80% e 83,3% demonstraram uma autorregulação adequada, 83,3% demonstraram empatia e mais de 80% demonstraram competências sociais eficazes. Paralelamente, 93,3% dos doentes avaliaram o apoio emocional recebido como adequado, destacando a qualidade do toque humano. Apesar destes pontos fortes, foram identificadas áreas de melhoria: 26,7% na autorregulação emocional, 16,7% na empatia e 20% nas competências sociais. Como resposta técnica a estes achados, foi elaborado um programa de treino focado no desenvolvimento destas competências. A implementação deste programa constitui uma ferramenta estratégica para a melhoria contínua da qualidade dos cuidados e do bem-estar da equipa de enfermagem, impactando positivamente a experiência dos doentes internados
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